Fonte original: G1 Política
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso Nacional disse que desde a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, já havia um sentimento de que seria uma votação díficil no Senado.
“Desde a indicação do ministro Messias, já tínhamos um sentimento que que ia ser uma votação difícil, mas então por que que o governo insistiu sem a garantia de que ele seria aprovado, mas sim porque em primeiro lugar, é a atribuição constitucional do presidente. Ele tinha que fazer o uso dessa atribuição. Cabe ao presidente da República indicar e cabe ao Senado sabatinar, aprovar ou rejeitar. Eu acho que o processo legislativo nesse sentido foi completo”, disse em entrevista ao Estúdio i da GloboNews nesta quinta-feira (30).
Jorge Messias, advogado-geral da União, foi sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na última quarta-feira (29) para assumir a vaga como ministro do Supremo Tribunal Federal deixada por Luis Roberto Barroso. Ele foi rejeitado por 42 votos contra e apenas 34 a favor.
Messias havia sido indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado, mas só teve sua indicação formalizada em 1º de abril, quando o governo enviou ao Senado a mensagem formalizando o nome do AGU.
Questionado sobre o decorrer da votação no Senado, Randolfe ponderou que ela não foi pautada pelo currículo de Jorge Messias, mas sim pelas eleições gerais que acontecerão em outubro deste ano.
“A votação de ontem, não foi pau…


