Maior chacina do DF: último réu interrogado confessa roubo, mas nega envolvimento em mortes

Fonte original: G1 DF

Réus pela maior chacina do DF durante julgamento
Ana Lídia Araújo/g1
A fase de instrução do julgamento da maior chacina da história do Distrito Federal foi encerrada nesta quarta-feira (15), após o interrogatório dos cinco réus listados na denúncia do Ministério Público.
Foram ouvidos:
Gideon Batista de Menezes,
Horácio Carlos Ferreira Barbosa – que preferiu se manter em silêncio;
Carlomam dos Santos Nogueira;
Fabrício Silva Canhedo;
Carlos Henrique Alves da Silva.
Com o fim dos interrogatórios, o júri passou à fase dos debates entre acusação e defesa, etapa que antecede a decisão dos jurados. A previsão é que discussão dure mais de nove horas, em razão do número de réus.
Os cinco réus da Chacina do DF acompanham o julgamento algemados.
A versão de Carlos Henrique
O último a ser ouvido foi Carlos Henrique Alves da Silva. Acusado também de homicídio, ele afirmou que não teve participação nas mortes e sequestros, e admitiu ter cometido “apenas” um roubo.
Carlos Henrique disse aos jurados que foi apresentado a Gideon e Horácio por outro réu, Carlomam.
A proposta, de acordo com Carlos, era assaltar Thiago Belchior para pegar o celular dele e ter acesso a aplicativos bancários para que o grupo pudesse transferir dinheiro.
O plano foi informado pela manhã. Na mesma tarde, Carlos afirmou que foi levado até a chácara. Pouco depois, Horácio chegou com Thiago em um carro.
Segundo ele, o réu e Carlomam anunciariam o assalto. Thiago não reagiu, e Horácio simulou ser também ser v…

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