Fonte original: G1 Política
Em 1989, o médico goiano testou seu nome como candidato à Presidência da República pela primeira vez. Numa eleição que contava com mais de 20 alternativas na urna, ele fez menos de 1% dos votos. Desde então, ele construiu trajetória sólida em seu estado: deputado federal, senador e governador. Agora, aos 76 anos e em um Brasil totalmente diferente, Ronaldo Caiado terá uma nova oportunidade.
Caiado passou mais de 30 anos na mesma legenda (primeiro como PFL, depois como Democratas e, por fim, União Brasil), mas em janeiro deste ano migrou para o PSD. O objetivo era disputar uma espécie de primárias do partido para lançar uma candidatura presidencial. O favorito de Gilberto Kassab, presidente da sigla, era Ratinho Júnior, governador do Paraná, que desistiu. E o governador de Goiás superou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Agora, os desafios dele são outros. Primeiro, se consolidar como um nome de alcance nacional. Segundo, conquistar dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto para provar que é um candidato viável.
Para explicar os desafios e a viabilidade real de Ronaldo Caiado, Natuza Nery conversa com Thiago Prado, editor de Política e Brasil do jornal O Globo. Ele, que também é autor do e-book ‘Quem será o próximo presidente?’ e da newsletter semanal ‘Jogo Político’, relembra as contradições políticas do presidenciável e seus resultados como governador de Goiás. E analisa as condições de uma candidatura não polarizada prosperar.
Convidados: Thia…





