Galípolo evita jogo político, faz depoimento técnico e vira alvo de críticas do PT e no Planalto

Fonte original: G1 Política

O depoimento do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ainda não havia acabado na CPI do Crime Organizado e ele já era alvo de críticas de petistas e assessores no Palácio do Planalto.
A reclamação central era que Galípolo teria “poupado” seu antecessor, Roberto Campos Neto, apontado pelos petistas e pelo presidente Lula como responsável pelas facilidades criadas para o Banco Master praticar suas fraudes bancárias.
Caso Master: Galípolo fala à CPI do Crime Organizado
O presidente do Banco Central já vinha sendo criticado por assessores de Lula e petistas por causa dos juros altos.
Agora, foi criticado por ter dito na CPI que não há nada dentro do BC apontando que Roberto Campos Neto tenha feito algo de errado desde a criação do Master até o processo de liquidação do Banco Master.
O fato é que Galípolo fez um depoimento estritamente técnico, institucional, como deve ser uma fala de um presidente do Banco Central.
Foi assim quando falou de Campos Neto. Foi na mesma direção quando garantiu que Lula determinou a ele que não perseguisse nem poupasse ninguém na análise sobre a situação do Banco Master logo depois de uma reunião com o banqueiro no Palácio do Planalto.
CPI do Crime Organizado ouve Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central
Jornal Nacional/ Reprodução
Lula e o PT estavam mirando em Campos Neto para se distanciar da crise causada pelo dono do Master, Daniel Vorcaro.
Contavam com uma fala de Galípolo levantando, no mínimo, suspeitas sobre a administr…

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