Fonte original: G1 Política
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu nesta segunda-feira (30) a atuação da corporação e afirmou que a instituição tem sido alvo de ataques “covardes e vis”.
Durante um evento de comemoração do aniversário da PF, o diretor disse que as investigações são pautadas pela isenção técnica e que não há espaço para direcionamentos ideológicos ou políticos na gestão atual.
“Tenho total tranquilidade de afirmar, sem rodeios, que, em nossa gestão, jamais houve direcionamento de qualquer atuação ou investigação, tampouco favorecimento ou detrimento de qualquer servidor em razão de matizes ideológicas ou políticas. E aqui a gente tem que repetir mais uma vez esse que também é o mantra: a Polícia Federal não protege e nem persegue”, declarou Rodrigues.
Segundo o diretor-geral, o rigor das apurações tem gerado reações contra os agentes que lideram inquéritos sensíveis. Ele classificou as reações como “ataques covardes e vis”.
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Rodrigues disse ainda que as tentativas de enfraquecimento das atribuições da PF são uma estratégia daqueles que não possuem interesse em uma polícia forte.
“Somos muitas vezes acusados por fazer nosso trabalho, e outras também de ter feito o que não fizemos. Mas vejam: a quem interessa uma polícia federal forte? Certamente não a quem compactua com o crime”, afirmou.
Durante o pronunciamento, Andrei não especificou a qual ataques estava se referindo ao defender a atuação da corporação.
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