Potência municipal e nos estados, PSD se consolida no plano nacional com 'equilíbrio pragmático'

Fonte original: G1 Política

Passados 15 anos de sua fundação, o PSD chega às eleições de 2026 com o maior número de prefeitos e tentando viabilizar uma terceira via em meio a polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O PSD surgiu em 2011 e nas eleições municipais do ano seguinte se consolidou como a quarta maior força política do país.
Comandado por Gilberto Kassab, o PSD foi o primeiro partido a anunciar apoio à reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff, mas também apoiou o seu impeachment em 2016.
A sigla integrou o governo Dilma, Michel Temer, Jair Bolsonaro e hoje têm três ministérios na Esplanada de Lula. Além disso, tem o próprio Kassab como secretário de governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo.
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Desde 2018, o partido se oferece como alternativa para quebrar a polarização entre a direita e a esquerda, protagonizada por PL e PT, desde 2018. Antes, a legenda se aliava às forças majoritárias, com Kassab equilibrando o partido em meio a um país dividido.
A “terceira via”, como se apresenta, não foi para frente no Brasil, mas o PSD tem apresentado capital político para tentar fazer frente às correntes predominantes.
Nas eleições municipais de 2024, o PSD saiu das urnas com o maior número de prefeitos, com 891 eleitos.
Atualmente, com as últimas filiações, a legenda tem também o maior número de governadores do país: Ratinho Junior (PR), Raquel Lyra (PE), Fábio Mitidieri (SE), Eduardo …

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