Fonte original: G1 DF
Escultura ‘A Justiça’, localizada em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília
STF/Divulgação
Dois juízes sofreram ataques racistas em uma transmissão online na última quarta-feira (18). Os comentários ofensivos foram postados no chat do Programa Paraná Lilás, promovido pela Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).
As vítimas foram identificadas como:
Fábio Francisco Esteves: conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Franciele Pereira do Nascimento: juíza auxiliar da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF)
O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) repudiaram as ofensas racistas e divulgaram uma nota neste sábado (21).
De acordo com a nota, os comentários ofensivos foram bloqueados e registrados, e as provas digitais preservadas para apuração criminal. Houve também a solicitação de quebra de sigilo de dados junto aos provedores de internet para identificação dos autores.
“É absolutamente intolerável que, no exercício de suas funções institucionais e em um espaço dedicado ao debate de políticas públicas e direitos fundamentais, sejam realizadas ofensas criminosas que tentam ferir a dignidade e a própria autoridade da Justiça brasileira”, aponta o STF e o CNJ em nota.
O Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça apontaram também que as providências legais e administrativas estão em curso.
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