Uma semana de tensão no Oriente Médio; veja como a diplomacia brasileira se posiciona em conflitos internacionais

Fonte original: G1 Política

Terceiro dia de confrontos no Oriente Médio
Jornal Nacional/ Reprodução
A diplomacia brasileira tem se baseado na Carta das Nações Unidas (ONU) e na Constituição Federal para se posicionar nos recentes grandes conflitos internacionais, incluindo a recente guerra no Oriente Médio que tem como personagens centrais os Estados Unidos, Israel e Irã.
Diplomatas do governo Lula ouvidos reservadamente pelo g1 classificaram os dois documentos como um “fio condutor” para posicionamentos oficiais do Brasil nas últimas situações de escalada de tensão entre diferentes países.
A avaliação desses diplomatas é que a Carta da ONU e a Constituição trazem pelo menos três preceitos fundamentais:
proibição do uso ou ameaça de uso da força;
resolução pacífica de controvérsias;
respeito pleno à igualdade soberana entre as nações.
O entendimento é que a linha da política externa brasileira se concentra nos fatos e não nos “personagens”.
Depois que os Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã, no início da manhã do último sábado (28), o Itamaraty divulgou uma primeira nota oficial condenando os bombardeios e afirmando que as negociação entre as partes era “único caminho viável para a paz”.
Horas depois, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. Com a escalada da situação, o Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nova nota prestando solidariedade aos países impactados pelos ataques retaliatórios do Irã e pedindo a interru…

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