Votação 'em globo': entenda termo usado por Dino em decisão que anulou quebra de sigilo de Lulinha

Fonte original: G1 Política

Filho de Lula fez 1,5 mil transações bancárias e movimentou R$ 19,5 milhões entre 2022 e 2026, revela quebra de sigilo
Jornal Nacional/ Reprodução
Na decisão que estendeu a anulação de quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS para Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), citou diversas vezes o termo “votação em globo”.
O termo “em globo” é utilizado quando parlamentares analisam os itens previstos na pauta de votação de forma conjunta, ou seja, sem votar cada item separadamente.
A prática é comum nas votações no Congresso Nacional e ocorre — normalmente — quando há consenso entre os parlamentares na votação.
Na decisão desta quinta-feira (5), Dino afirmou que “assim como um Tribunal não pode quebrar sigilos bancários de empresas e cidadãos com decisões ‘em globo’ e simbólicas (em uma espécie de ‘olhômetro’), um órgão parlamentar não pode fazê-lo”.
A sessão da CPMI do INSS que aprovou quebra de sigilo do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi marcada por confusão e empurra-empurra (veja mais abaixo).
O ministro do Supremo também usou a expressão ‘votação simbólica’ na decisão. A votação que quebrou o sigilo de Lulinha foi realizada de maneira simbólica.
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