Fonte original: G1 Política
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta sexta-feira (6) a sua atuação nas investigações da fraude bilionária do Banco Master e disse que a análise de casos criminais pelo Ministério Público não pode ser considerada “uma formalidade vazia de importância”. Segundo Gonet, não cabe à Procuradoria atuar de forma imponderada.
Mendonça dá ‘puxão de orelha’ na PGR e cobra urgência em investigação
A fala é uma resposta ao relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que classificou de lamentável o fato de a PGR ter dito que não viu urgência e ter pedido mais prazo para se manifestar sobre a 3 fase da operação Compliance Zero, que devolveu para a prisão o ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro.
Na manifestação, Gonet afirmou que “os fatos – mesmo os mais graves – não podem deixar, por exemplo, de ser situados no tempo, até mesmo para que os pressupostos das medidas requeridas sejam avaliados em boa técnica”.
O procurador-geral disse ainda que “a gravidade do delito, como ensina a boa jurisprudência do STF, não basta em si para justificar toda e qualquer medida cautelar”.





