Defesa de Lulinha diz que vazamento de documentos é 'crime grave' e nega envolvimento com fraudes do INSS

Fonte original: G1 Política

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, afirmou em nota que o vazamento de documentos sigilosos recebidos pela CPMI do INSS configura “crime grave” e informou que o caso será comunicado às autoridades competentes.
Extratos bancários obtidos pela comissão mostram que Lulinha realizou 1.531 transações bancárias entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026, somando uma movimentação total de R$ 19,5 milhões no período.
Os valores incluem entradas e saídas de recursos, além de transferências internas entre contas do próprio investigado.
Os advogados de Fábio Luis sustentam que não tiveram acesso ao material divulgado e negam qualquer relação dele com as fraudes no INSS investigadas pela CPMI.
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Segundo a defesa, as informações tornadas públicas dizem respeito a rendas e movimentações financeiras legais, declaradas ao Fisco, incluindo participações empresariais, aplicações financeiras e valores relacionados a herança e operações privadas.
A nota também questiona a legalidade da quebra de sigilo e afirma que relatórios financeiros não devem ser interpretados com base na chamada “soma de movimentações”, por não representarem valores líquidos efetivamente recebidos.
Fabio Luís Lula da Silva
Paulo Giandalia/Estadão Conteúdo
Veja nota na íntegra:
Após votação questionável sobre quebra de sigilo sem fundamentação individualizada (predicado de qualquer medida investigativa invasiva) e concessão de medida liminar reconhecendo a…

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