Fonte original: G1 Política
Plantão nega urgência em caso de estupro coletivo; prisão sai 21 dias depois
O pedido de prisão dos suspeitos de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, esbarrou inicialmente no plantão judiciário.
Segundo o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), ouvido pelo blog, a Polícia Civil solicitou as prisões e os mandados de busca e apreensão ainda durante o plantão. O caso, porém, não foi considerado urgente naquele momento.
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O processo foi distribuído primeiro para a Vara de Violência Doméstica e, depois, para a vara especializada em crimes contra crianças e adolescentes vítimas.
A decisão que decretou as prisões saiu após o carnaval, cerca de 21 dias depois do pedido inicial.
Quando os mandados de prisão foram expedidos, na última sexta-feira, os suspeitos já não estavam em casa.
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Ângelo afirma que tentou antecipar o cumprimento para o sábado, a fim de surpreendê-los, mas eles não foram localizados. A polícia não sabe exatamente quando deixaram as residências.
De acordo com o delegado, como as defesas já tinham acesso ao processo, não houve efeito surpresa no cumprimento das ordens judiciais.
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