Fonte original: G1 Política
O Supremo Tribunal Federal adiou para o dia 25 de março a análise sobre as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspendem o pagamento dos chamados “penduricalhos” no funcionalismo público. O termo é usado para se referir a verbas indenizatórias, gratificações e auxílios que são somados às remunerações dos servidores – e que ultrapassam o valor do teto constitucional, que é de R$ 46 mil.
A lista de benefícios é longa: tem escala de trabalho 3 por 1, pagamento de mensalidade de escolas particulares para filhos adultos e até auxílio-peru e auxílio-panetone. Só em 2025, esses adicionais custaram mais de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.
Para explicar o que são esses penduricalhos e o impacto que eles têm no orçamento público, Natuza Nery recebe Bruno Carazza, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista do Jornal da Globo. Neste episódio, Bruno, que também é professor associado da Fundação Dom Cabral, detalha o que está em discussão na Corte e avalia o quão difícil será a tarefa de colocar ordem nos pagamentos inconstitucionais.
Convidado: Bruno Carazza, colunista do jornal Valor Econômico, comentarista do Jornal da Globo e professor associado da Fundação Dom Cabral.
O que você precisa saber:
STF adia para 25 de março julgamento sobre ‘penduricalhos’ em salários públicos; suspensão em vigor segue valendo
5 dos ‘penduricalhos’ mais inacreditáveis do funcionalismo brasileiro
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, S…





