Fachin não se sente atropelado por Dino na suspensão de 'penduricalhos'

Fonte original: G1 Política

Sessão plenária do STF em 05 de fevereiro de 2026.
Rosinei Coutinho/STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, não se sentiu “atropelado” pela decisão do ministro Flávio Dino de suspender os ‘penduricalhos’ ilegais nos salários dos Três Poderes, segundo interlocutores do ministro ouvidos pelo blog.
Dino deu prazo de 60 dias para que Executivo, Legislativo e Judiciário revisem o pagamento dessas verbas, que são valores que ultrapassam o teto do funcionalismo — equivalente ao salário de ministros do Supremo, que é de R$ 46.366,19.
SAIBA MAIS
Análise: suspensão de ‘penduricalhos’ também é uma resposta de Dino a Fachin
Como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fachin tem poderes para enfrentar a farra dos supersalários no Judiciário. Por isso, a decisão de Dino foi vista como uma resposta à proposta de Fachin de elaborar um Código de Ética. A iniciativa, no entanto, não trataria da questão da remuneração — considerada o tema mais espinhoso do Judiciário.
A histórica inércia do CNJ diante do problema dos chamados marajás é um dos principais argumentos usados por ministros críticos ao Código de Ética. Eles alegam que, diante dos verdadeiros problemas do Judiciário, o código acabaria se concentrando em questões menores e serviria apenas para alimentar ataques à Corte.
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