Após Fachin lançar Código de Ética, ministros mantêm divisão sobre adoção da medida

Fonte original: G1 Política

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, oficializou sua proposta de Código de Ética, dando o pontapé inicial.
Saiu do discurso e foi para a prática ao anunciar a ministra Cármen Lúcia como relatora e já marcar uma reunião no dia 12 de fevereiro para tratar do cronograma da proposta.
Os colegas de Fachin, porém, seguem divididos sobre a proposta de Fachin (leia mais abaixo).
O blog conversou com seis ministros depois da sessão de abertura dos trabalhos do Judiciário neste ano. A reação deles à decisão de Fachin mostrou que o Supremo continua longe de um consenso sobre o tema.
Fachin defende código de conduta na abertura dos trabalhos do Poder Judiciário
A ala que era contra a ideia destacou que Fachin, como defensor da proposta, fez o que tinha de ser feito. Oficializou a sua proposta.
Agora, terá de ouvir a posição de seus pares. Essa ala seguiu defendendo, após a solenidade de abertura dos trabalhos do Judiciário, que o Código de Ética fique para depois das eleições.
O grupo que apoia a iniciativa de Fachin defende o debate transparente e que ela avance ainda durante as eleições.
Hugo Motta, Lula, Edson Fachin, Davi Alcolumbre durante Solene de Abertura do Ano Judiciário de 2026
Gustavo Moreno/STF
Teste de força
A reunião do dia 12 de fevereiro já será um teste com relação à força do presidente do STF em implementar a medida ainda neste ano ou no próximo.
O fato é que Fachin mandou seu recado, disse que o momento é de ponderações e autocorreçõe…

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