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Como o caso Master expõe limites do sistema regulatório brasileiro

Fonte original: G1 Política

PF ouve dois investigados no inquérito do Banco Master
Ao exigir a liquidação do Banco Master em novembro do ano passado, o Banco Central (BC) destacou que o conglomerado detinha uma fatia pequena do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN), equivalente a 0,57%, indicando que seu impacto sistêmico seria limitado.
Mas apesar do porte pequeno, a crise ganhou grandes proporções após operações da Polícia Federal (PF) levantarem a suspeita de fraude na comercialização de fundos e supervalorização de ativos.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Para além dos entraves políticos e jurídicos, o fechamento do Master expôs os desafios do sistema regulatório brasileiro de supervisionar instituições financeiras que comercializam créditos à margem do sistema bancário tradicional.
Isso porque o tamanho do Master e seu escopo o colocam sob o segmento S3 da regulação prudencial, que prevê menor exigência regulatória devido ao reduzido risco que suas operações oferecem ao sistema financeiro.
O modelo tem razão de existir, já que diminui o custo regulatório para a empresa alcançar nichos ignorados pelos grandes bancos.
“Como qualquer outro sistema bancário no mundo, o sistema brasileiro enfrenta um dilema entre liberalização e regulação. Apenas um sistema bancário ágil e flexível consegue oferecer crédito nas condições de que a economia precisa”, afirma Pedro Paulo Silveira, economista e sócio da A3S Investimentos.
Mas o sucesso da regulação flexível depende da ca…

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