Fonte original: G1 Política
Celulares de Vorcaro e outros investigados podem definir futuro do Master
O fato de o ministro do STF Dias Toffoli ter dito que a investigação do Banco Master pode voltar para a primeira instância não significa, necessariamente, que isso vá acontecer. Antes de tudo, a declaração funciona como um gesto, uma resposta à pressão crescente de outros ministros incomodados com o desgaste que o caso tem provocado no Supremo.
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Edson Fachin chegou a fazer uma espécie de “ronda” entre os ministros, conversando individualmente com colegas. O recado é claro: há um movimento interno para retirar do STF um processo que virou foco de críticas e tensão institucional.
O pano de fundo é conhecido. O caso começou na primeira instância, mas acabou sendo levado ao Supremo depois que a defesa apontou menções a autoridades com foro privilegiado. Parlamentares reforçaram o argumento, e Toffoli decidiu assumir o caso, decisão que se somou a outros atos dele que já vinham sendo alvo de questionamentos.
Agora, diante da pressão dos pares, Toffoli parece adotar uma saída intermediária: admite a possibilidade de devolver o caso ao primeiro grau, mas só depois de avaliar o que aparece nos celulares apreendidos pela Polícia Federal, incluindo aparelhos recolhidos na segunda fase da Operação Compliance 2.
Além do celular de Daniel Vorcaro, a PF analisa aparelhos apreendidos de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que mantinha conexões políticas…





