Fonte original: G1 Política
Beto Louco e Mohamad Hussein Mourad, ambos foragidos, apresentaram material que aponta o pagamento de propina de R$ 400 milhões a políticos e autoridades.
Montagem/g1
Um pedido de delação premiada no âmbito da investigação que apura esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes no mercado de produção e venda de combustíveis no país feito pelos os empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’, principais alvos da Operação Carbono, está parado na Procuradoria-Geral da República. Os dois estão foragidos.
O blog apurou que o processo está na PGR desde outubro do ano passado.
Ainda de acordo com a apuração, o material apresentado às autoridades inclui documentos, mensagens de celular, gravações e comprovantes de pagamento que confirmariam uma propina de mais de R$ 400 milhões a autoridades e políticos entre 2022 e 2024.
Os pagamentos seriam para evitar a cassação de licenças do grupo empresarial, obter vantagens tributárias e ter acesso privilegiado à Agência Nacional de Petróleo. Ainda de acordo com as fontes, o material apresentado à PGR e à PF também traz informações sobre o vazamento da Operação Carbono.
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