Fonte original: G1 Política
O agravamento da crise de imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) levou o presidente do tribunal, Edson Fachin, a sair em defenda da instituição e do ministro Dias Toffoli, afirmando que o Supremo não se curvará a ameaças e que Toffoli está no seu papel “regular” de supervisão judicial.
Isso não significa, porém, que Edson Fachin esteja tranquilo com tudo o que está acontecendo no tribunal que comanda. Pelo contrário, está preocupado.
Foi por isso que divulgou a nota defendendo a instituição, mas ele não desistiu, por exemplo, de aprovar um código de conduta dos ministros da Corte.
Fachin disse a interlocutores que está buscando apoio à sua proposta na base do convencimento pelo diálogo.
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O lema de Fachin é que democracia toma tempo, mas vale a pena, e que está fazendo diálogos abertos com todos, sem exceção.
A decisão final, que não tem pressa para ser tomada, mas também não pode demorar demais por causa do agravamento da crise, será do colegiado do STF, que terá de definir o procedimento e o conteúdo no tempo apropriado.
Fachin já teria o apoio de pelo menos quatro ministros. A avaliação dentro do Supremo é que um código de conduta pode ajudar a debelar a crise de imagem, mas apenas ele não será suficiente a depender do rumo das investigações sobre as fraudes bancárias que teriam sido cometidas pelo banco Master.
Por isso, uma ala do STF defende como a saída imediata para essa crise é a devolução do inquérito do banco Master para a J…





