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Alvo de Toffoli, PF aposta na PGR para conduzir investigações sobre caso Master

Fonte original: G1 Política

No alvo do ministro Dias Toffoli, que tem tomado medidas para controlar as investigações, a Polícia Federal (PF) aposta em um bom relacionamento com a Procuradoria Geral da República (PGR) para tocar os procedimentos necessários para desvendar todas as fraudes e irregularidades praticadas pelo banco Master.
A cúpula da PF já teve um primeiro encontro com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e a reunião foi classificada de “ótima”.
PF e PGR acertaram os procedimentos para dar continuidade às investigações depois que Toffoli mandou que os telefones celulares e computadores apreendidos na segunda fase da operação Compliance Zero ficassem sob custódia da procuradoria.
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A PGR chegou a defender que o material ficasse com a Polícia Federal, prática usual em todas as investigações, mas o ministro Dias Toffoli decidiu entregar o material para o procurador-geral da República.
Inicialmente, a ordem é que ficasse em seu gabinete, mas Toffoli mudou de posição depois de críticas e da inviabilidade técnica do Supremo para extrair o conteúdo dos celulares e computadores.
Além disso, a PF espera alguma reação interna dentro do STF, porque a imagem do tribunal começa a ser arranhada diante das investidas de Toffoli contra PF.
Ministro Dias Toffoli, durante a sessão plenária do STF.
Gustavo Moreno/STF
O ministro se defende e diz que, ao contrário das especulações iniciais, ele está dando continuidade às inv…

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