Fonte original: G1 Política
Relações do Banco Master com Reag estavam na mira do BC desde 2024
A Reag, que já vinha sendo investigada pela Polícia Federal por suspeitas de envolvimento com a facção criminosa PCC, também entrou no foco da Operação Compliance Zero, que apura um esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.
No centro do caso está a CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM, administradora de fundos do grupo, cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo Banco Central nesta quinta-feira (15).
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👉 A PF apura se a Reag teria atuado na estruturação e administração de fundos suspeitos de movimentar recursos de forma atípica, inflar resultados e ocultar riscos, com indícios de fraude e lavagem de dinheiro com o Banco Master,
Entenda como BC identificou uso dos fundos da Reag no aumento do patrimônio do Master.
O Mecanismo da fraude
O Banco Central identificou uma engenharia financeira usada para inflar artificialmente o patrimônio de fundos e mascarar os riscos do Banco Master.
🏦Captação: O Banco Master oferecia ao mercado Certificado de Depósito Bancário (CDBs) com rendimentos acima do mercado para atrair novos investidores e, assim, captar recursos para o banco.
💳 Empréstimo e triangulação via Reag: Em 22 de abril de 2024, o Banco Master concedeu um empréstimo de R$ 459 milhões à empresa Brain Realty Consultoria. Dois dias depois, a Brain Realty transferiu quase todo o valor (R$ 450 …





