Fonte original: G1 Política
A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça esquentou a discussão sobre o que pode mudar na estrutura da pasta em meio às investigações conduzidas nos últimos meses por uma Polícia Federal que foi empoderada e atua com autonomia.
Vagas abertas no governo mexem com interesses e despertam a cobiça de políticos, em meio aos temores com o avanço das investigações. Neste caso, está em jogo também a blindagem da PF, considerada uma questão-chave.
Em Brasília, uma máxima que circula nestes dias é: a instituição que funciona hoje no Brasil é a Polícia Federal.
Uma das propostas em discussão é dividir o ministério em dois: Justiça e Segurança Pública.
E um dos mais cotados para assumir essa nova estrutura é Andrei Rodrigues, o atual diretor-geral da Polícia Federal. É atribuída a ele a maior autonomia dada aos superintendentes da PF para trabalhar em suas investigações.
É do interesse do presidente Lula, em ano eleitoral, turbinar o assunto segurança pública, que deve ser um dos temas principais da disputa.
O ponto central: quem iria para a vaga do Andre na PF? Afinal, ele tem que fazer a sua sucessão para garantir a continuidade do trabalho, com bom orçamento e liberdade para os investigadores.
E o ministro da Justiça?
Para a vaga de Lewandowski como ministro da Justiça, a bancada da Bahia patrocina o nome do jurista Wellington César Lima e Silva. Ele foi secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil no começo terceiro mandato de Lula e agora traba…





