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Maurício Miranda, desembargador do TJDFT, morre aos 60 anos; jurista atuou nos casos do 'Crime da 113 Sul' e do assassinato do indígena Galdino

Fonte original: G1 DF

O desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) Maurício Miranda.
TJDFT/Divulgação
O desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) Maurício Silva Miranda morreu na madrugada deste domingo (4), em Goiânia.
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Com uma longa trajetória no Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) como promotor de Justiça, ele conduziu acusações em casos emblemáticos do DF:
Assassinato de João Cláudio Leal: estudante de Publicidade, de 20 anos, foi espancado até a morte na frente da porta de uma boate na Asa Sul em 2000.
Crime da 113 Sul: em 2009, no sexto andar do bloco C da 113 Sul, área nobre de Brasília, os advogados José Guilherme Villela, de 73 anos, e Maria Villela, de 69 anos, casal de grande prestígio que atendia figuras do alto escalão da capital federal, e a empregada doméstica Francisca Nascimento da Silva, de 58 anos, foram assassinados a facadas.
Assassinato do indígena Galdino Jesus dos Santos: cinco jovens de classe média atearam fogo no indígena da etnia Pataxó em 1997 enquanto ele dormia em um ponto de ônibus no DF.
Assassinato do jornalista Mário Eugênio de Oliveira: em 1984, quando saía do prédio da Rádio Planalto, o jornalista de 31 anos foi executado no estacionamento com sete tiros na cabeça.
Em nota, o MPDFT prestou condolências aos familiares e amigos de Maurício Silva Miranda. A Ordem dos Advogados do Brasil seccional do DF (OAB-DF) também se…

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