Fonte original: G1 DF
Fogos de artifício durante festa de Ano Novo em Brasília, em imagem de arquivo
Toninho Tavares/Agência Brasília/Divulgação
A chegada do Ano Novo é celebrada de maneiras variadas em redor do mundo, de acordo com a cultura de cada povo. Há uma atração, no entanto, que ganha destaque e se tornou o símbolo da data: uma longa queima de fogos de artifício, geralmente no principal cartão postal de cada cidade. 🎆
No Distrito Federal, a queima oficial promovida pelo governo para anunciar a chegada de 2026 deve durar 12 minutos – a contagem na Esplanada dos Ministérios será feita pela cantora sertaneja Lauana Prado.
Na capital federal, há também uma particularidade: desde 2020, é proibido usar fogos de artifício barulhentos.
A regra vale para clubes, celebrações privadas e até para o próprio governo. Quem suspeitar de irregularidades pode denunciar o caso pelo telefone 197 – é o Disque Denúncia da Polícia Civil do DF.
O ruído é prejudicial, por exemplo, para pessoas idosas, pacientes em hospitais ou pessoas de qualquer idade com transtornos como autismo ou esquizofrenia. Há casos, inclusive, em que é preciso regular a medicação desse público antes de uma data festiva.
O barulho também assusta e pode prejudicar a saúde de pets, como cães e gatos.
No início do mês, uma reportagem do Bom Dia Rio mostrou que cães de abrigos sofreram até convulsões e brigaram nos canis por conta dos fogos que comemoravam o título do Flamengo na Libertadores. Veja abaixo:
Abrigo denuncia que cães sofre…





