Quase 85% das emendas de anos anteriores recuperadas pelo Congresso são do orçamento secreto

Fonte original: G1 Política

Dados do Tesouro Nacional apontam que quase 85% das emendas que foram ressuscitadas, na noite da última quarta-feira (17), pelo Congresso Nacional para serem pagas pelo governo federal são de indicações do chamado “orçamento secreto”, extinto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2022.
A proposta, aprovada em um projeto de lei, recuperou R$ 2,97 bilhões em emendas (indicadas entre 2019 e 2023) empenhadas e classificadas como restos a pagar, mas que acabaram sendo canceladas pelo governo.
O projeto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
🔎No orçamento público, a etapa do empenho é quando o ente público se compromete com uma despesa que será executada. Ela não necessariamente precisa ser paga no mesmo ano.
🔎Já a etapa da liquidação é quando a despesa é executada, ou seja, quando o governo recebe a obra ou a contrapartida pelo serviço prestado.
🔎Por fim, o pagamento é o ato de desembolso financeiro pelo serviço prestado ou bem adquirido.
🔎E os restos a pagar são tudo aquilo não processados são recursos que foram reservados (empenhados) dentro do orçamento anual para uma finalidade específica, mas não foram pagas naquele ano.

Desse total, R$ 2,5 bilhões são emendas referentes ao orçamento secreto – ou seja, receberam a identificação de indicadas pelo relator do orçamento, mas na verdade foram indicadas por outros parlamentares.
Em seguida aparecem R$ 254 milhões em emendas individuais, que levam a ident…

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