Fonte original: G1 Política
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, confirmou nesta quinta-feira (18) que os diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Diogo Guillen, deixam seus cargos no fim do ano — quando terminam seus mandatos.
Estes diretores são os últimos da atual diretoria que foram indicados pelo ex-presidente da República, Jair Bolsonaro.
Com a autonomia do Banco Central, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2021, o presidente e os diretores da instituição são indicados pelo presidente da República para mandatos de quatro anos, não podendo ser substituídos antes do prazo.
A atual diretoria do Banco Central já conta com maioria de integrantes indicada pela atual gestão petista desde o início deste ano. Até então, as críticas às decisões sobre a taxa de juros por parte do presidente Lula, principalmente ao ex-chefe da instituição, Roberto Campos Neto, eram mais agressivas. Mas até hoje integrantes do governo criticam o Banco Central.
“A gente tentou mostrar que essa é uma instituição que tem uma fortaleza institucional, e que a forma como o Copom se comporta tem mais a ver com o arcabouço institucional [missão de perseguir as metas de inflação] do que com qualquer outra coisa”, disse Galípolo.
Menos diretores no próximo Copom
Depois da indicação, os nomes ainda têm de ser aprovados pelo Senado Federal. Considerando que os futuros diretores ainda não foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que o Congresso e…





