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Ministério Público do DF cumpre buscas no Hran na segunda fase da Operação Checkout

Por  G1

 Fachada do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no DF — Foto: Google/Reprodução

Fachada do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no DF — Foto: Google/Reprodução

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) deflagrou na manhã desta quarta-feira (20) a segunda fase da operação Checkout. Segundo o MPDF, a ação busca desarticular um esquema para direcionar licitações dentro da Secretaria de Saúde do DF.

No início da manhã, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a força-tarefa de Combate à Corrupção na Saúde cumpriu mandados de busca e apreensão no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Os promotores também cumpriram buscas no Guará e em uma empresa de turismo em São Caetano do Sul, São Paulo.

De acordo com o Ministério Público, as investigações apontam pagamento de propina a servidores públicos da SES/DF.

O esquema teria sido montado dentro da Gerência de Hotelaria de Saúde, com o envolvimento direto de servidores públicos, para direcionar a licitação e favorecer a uma das empresas investigadas na primeira fase da operação.

 

1ª fase

 

A primeira fase da operação Checkout foi deflagrada em junho de 2018 e recolheu provas de uma suposta fraude na compra de macas e leitos para hospitais da rede pública da capital.

Na época, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em endereços no DF, um no Rio de Janeiro e cinco em São Paulo.

Segundo o MP, a operação Checkout mira servidores da Secretaria de Saúde e funcionários de empresas privadas. Foram apreendidos documentos e computadores. O esquema teria ocorrido em 2014, no último ano do governo Agnelo Queiroz (PT).

A investigação apontou que o governo teria aplicado R$ 4,62 milhões na compra de mobiliário sem justificar a necessidade.

 

Materiais encaixotados

 

Itens estocados no depósito da Secretaria de Saúde — Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação

Itens estocados no depósito da Secretaria de Saúde — Foto: Polícia Civil do DF/Divulgação

A apuração começou a partir de uma auditoria do Tribunal de Contas do DF apontar que, em 2016, dois anos após a compra, ainda havia macas, leitos, berços e divisórias encaixotados no depósito da Secretaria de Saúde.

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