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Vacinação contra gripe no DF começa na próxima segunda

Nesta primeira fase, só serão imunizados os trabalhadores que atuam em unidades de saúde. Além de médicos e enfermeiros, também serão vacinadas as pessoas que trabalham em áreas como limpeza, cozinha e segurança.

Para o restante dos moradores, a vacinação deve ir de 24 de abril a 26 de maio. A campanha define prioridade para povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias pós-parto) e crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, idosos com idade superior a 60 anos e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico.

Neste ano, também fazem parte dos grupos prioritários professores, trabalhadores do sistema prisional e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Secretaria de Saúde informa que até 13 de maio, o dia D da vacinação, espera imunizar 687,1 mil pessoas. A vacina será disponibilizada gratuitamente em postos de todo o DF – a lista será divulgada na próxima semana.

Prevenção

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, fez um alerta à população para que não se vacine em cima da hora. “Muitas vezes, as pessoas só buscam a vacina quando há registro de um número elevado de casos. Por isso, é importante que todos os grupos definidos busquem esta proteção dentro do prazo”, explica.

“É preciso que todos estejam devidamente protegidos antes do inverno chegar, já que a vacina precisa de 15 dias para garantir o efeito”, diz.

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Dados de 2016

Até 1º de abril, foram registrados 276 casos de influenza em todo o país e 48 mortes. Do total, 21 foram por H1N1, sendo que seis evoluíram para óbito. Em todo o ano passado, o Ministério da Saúde registrou 12.174 casos de influenza de todos os tipos no Brasil.

Deste total, 10.625 foram por influenza A (H1N1), sendo 1.987 óbitos. O Brasil possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

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