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Professores do DF decidem manter greve

Professores da rede pública de ensino decidiram continuar em greve por tempo indeterminado até que o Governo do Distrito Federal (GDF) apresente uma nova proposta à categoria. Um novo encontro ficou marcado para 28 de março. A assembleia desta terça-feira (21/3) terminou por volta das 11h30 e foi a primeira depois de deflagração do movimento grevista, em 15 de março.
Até a próxima assembleia, os professores devem se reunir com alunos de movimentos estudantis que apoiam o movimento. A categoria ficou de seguir rumo à Esplanada dos Ministérios para se unir à Central Única dos Trabalhadores (CUT) em um ato contra a Reforma da Previdência. Informações do Correio Braziliense.
Durante a manifestação na última semana, cerca de 8 mil pessoas marcharam até o Ministério da Fazenda. Além de aderir à greve contra a Reforma da Previdência, eles reivindicam pautas locais, como o atraso do pagamento do 13º salário, a falta de pagamento da licença prêmio e do descumprimento do Governo do Distrito Federal quanto ao Plano Distrital de Educação (PDE). Ao menos 1.500 professores, entre contratados e efetivos, participaram da assembléia, de acordo com a Polícia Militar, mas os organizadores esperam que até o fim do dia mais de sete mil servidores participem da organização.

Corte de ponto

O Governo do Distrito Federal anunciou que o ponto dos docentes que deixaram a sala de aula para participar de assembleias ou da greve será cortado. O valor referente à aula só será pago após a reposição. Em circular, a Secretaria de Educação também havia determinado que os professores temporários que aderissem ao movimento tivessem os contratos cancelados, mas voltou atrás após negociação com o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF).

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