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Candidatos ao GDF gastam mais do que em 2010

Correio Braziliense

Os candidatos ao governo gastaram, até o fim de agosto, mais do que custou toda a disputa pelo Palácio do Buriti em 2010. Enquanto naquela eleição, vencida por Agnelo Queiroz (PT) no segundo turno, os sete concorrentes tiveram despesas de R$ 14,9 milhões até outubro, em 2014, os seis postulantes contabilizaram R$ 15,2 milhões. Já a arrecadação daqueles que disputam o GDF este ano totalizou R$ 13,3 milhões, conforme informações da 2ª parcial da prestação de contas, divulgada no último fim de semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se na corrida para o Buriti os gastos foram maiores do que a receita, na disputa pelo Senado, a conta ficou no azul. Os oito candidatos, juntos, arrecadaram R$ 1,9 milhão e gastaram R$ 1,1 milhão.

O atual governador, Agnelo Queiroz (PT), foi o que declarou maior receita e despesa: respectivamente R$ 6,2 milhões e gastou R$ 7,5 milhões. O segundo com maior arrecadação e gastos foi José Roberto Arruda (PR), com R$ 3,4 milhões recebidos e R$ 3,6 milhões gastos. Rodrigo Rollemberg (PSB) tornou-se o terceiro que mais recebeu recursos de doadores. Os documentos entregues listam receita de R$ 2,4 milhões e despesas de R$ 2,8 milhões.

O tucano Luiz Pitiman declarou R$ 1,2 milhão em receita e o mesmo valor em despesa. Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSol, e Perci Marrara (PCO) apresentaram números muito mais discretos do que seus adversários. O primeiro declarou R$ 9,2 mil em receita, todos recebidos de particulares, e R$ 1,8 mil em despesa. A única mulher na disputa apresentou R$ 1.135 em receita, doados pelo partido, e o mesmo valor em gastos.

Senado

Quanto àqueles que pretendem se tornar senador, a arrecadação foi bem menor até agora. Os oito concorrentes, juntos, declararam à Justiça Eleitoral terem recebido menos de R$ 2 milhões de doadores. Já a despesa foi de R$ 1,1 milhão. O maior beneficiado foi Geraldo Magela (PT), com receita de R$ 1,1 milhão e despesa de R$ 879 mil. Segundo a declarar maior arrecadação, José Antônio Reguffe (PDT) obteve R$ 401 mil em recursos e gastou R$ 126,9 mil. Concorrendo à reeleição, Gim Argello (PTB) apresentou declaração de R$ 288,1 mil arrecadados e R$ 131 mil gastos. Sandra Quezado (PSDB), declarou receita de 46,5 mil e gastos de 14,1 mil. Aldemário Castro (PSol), por sua vez, teve arrecadação de R$ 33,8 mil e despesas de R$ 33,2 mil. A relação de receita versus despesa dos demais concorrentes foi bem discreta, com valores inferiores a R$ 2 mil.

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